sexta-feira, 1 de abril de 2022

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NO MERCADO LIVRE QUEM MANDA SÃO OS CONSUMIDORES - 01.04.22

 Por, Alex Pipkin


 


    No mercado livre quem manda são os consumidores; nos países de sociedade “rent seeking”, no capitalismo de compadrio e nas ditaduras de abuso de um poder, como no caso do Judiciário na Republiqueta verde-amarela, quem manda são as “grandes autoridades”, os donos do poder.


    O mundo e, especialmente, o Brasil, vivem uma crise econômica decorrente da pandemia do coronavírus e de outros aspectos de gestão econômica; o fenômeno inflacionário tende a ser global.


    As empresas e os indivíduos no mercado competitivo e num ambiente inflacionário, a fim de permanecerem “vivos”, necessitam adaptar suas estratégias e seus comportamentos.


    A inflação e a respectiva perda de poder aquisitivo, faz os consumidores procurarem por ofertas alternativas de menores preços, trocarem de itens ou abandonarem o consumo de tais bens.


    Se as empresas aumentam o preço de seus produtos e serviços - em especial os supérfluos - elas correm o risco de ver a demanda por seus bens despencar e/ou desaparecer.


    Mesmo com o aumento de custos elas precisam buscar alternativas, tais como a redução do tamanho de seus produtos, por exemplo, como vê-se no setor de refrigerantes e no caso de chocolates.


    Tecnicamente, a “destruição da demanda" aponta que, além de um certo preço, a demanda do consumidor se dissipa.


    Empresas e consumidores têm que se ajustar a situação econômica e a questão concorrencial. Interessante notar que mesmo quando há uma melhoria na condição econômica, aquelas organizações que não alteraram suas estratégias, acabam por destruir sua demanda, uma vez que o consumidor já tornou um hábito o novo comportamento de compra e de consumo. A questão do aumento do preço do combustível vai nessa linha.


    Com as poderosas “autoridades” autoritárias, o mundo é completamente outro e diferente. Essas intervêm nos mercados de acordo com seu bel prazer, impondo barreiras tarifárias e não-tarifarias, subsídios, normas e leis. Desse modo, os governos nitidamente eliminam a competição e acabam com a essencial sinalização do mecanismo de preços.


    Parte do funcionalismo, e especialmente o Judiciário, não está nem aí para o mundo real. Verdadeiramente, esta “Crème de la Crème” exige reajustes salariais, mais penduricalhos e benesses mil a cada mês que passa.


    Nesse mundo real e surreal, a qualquer tempo um grande “estadista” e/ou um semideus togado decreta a sua lei e ponto final. No abissal estamento burocrático brasileiro somente é necessário impor e ajustar a fim de incrementar o poder, os privilégios e a extração de renda e de liberdade dos pobres cidadãos comuns por parte dessa “elite” de péssima qualidade.


    Quando se pensa que as liberdades individuais e econômicas já foram ceifadas ao máximo, vem um supremo togado e impõe ainda mais prejuízos as empresas e aos cidadãos, claro, tudo em nome da democracia e do Estado de Direito.


    Não é preciso ir ao encontro dos anseios da sociedade, basta somente impor por meio de uma canetada e desestruturar a vida dos outros.


    Enquanto que empresas necessitam se adaptar, e indivíduos precisam ajustar o comportamento e a demanda - de alguma maneira o consumo de determinados itens -, à “elite” estatal basta decretar a redução das liberdades individuais e econômicas da sociedade, e o aumento de seus nababescos privilégios.


    Esse país é literalmente governado por um punhado de sobas. E que diferença nos separam.


Pontocritico.com

A RESSOCIALIZAÇÃO DO POVO BRASILEIRO - Gilberrto Simões Pires

 PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO

Entende-se como RESSOCIALIZAÇÃO, em princípio, o processo de reeducação das pessoas que estão privadas da liberdade até que se adequem às condições e leis da sociedade. Nesse sentido, ao deixar a prisão o DETENTO estará apto e pronto para produzir e/ou prestar serviços com a expectativa de obtenção de renda para sua manutenção e/ou sobrevivência.


PASSE LIVRE

O fato é que, depois das decisões catastróficas tomadas a todo momento pelo ministro Alexandre de Moraes, entre outros do complicado STF, quem precisa passar por um rigoroso PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO é o APRISIONADO POVO BRASILEIRO, que através de seus representantes -eleitos- está impedido de se manifestar, emitir opinião ou fazer qualquer comentário em defesa da LIBERDADE. A rigor, só quem apoia políticas e políticos socialistas e/ou comunistas tem PASSE LIVRE, o que lhe garante o direito expresso de acusar e destilar ódio a quem bem entende.


INVERSÃO TOTAL

Como se vê, de forma clara, irritante e pra lá de escandalosa, sob a ótica do STF só precisam passar pelo PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO aqueles que à luz da Constituição Federal são considerados como pessoas honestas. Já os criminosos que foram flagrados e/ou envolvidos nos mais variados e nojentos ATOS DE CORRUPÇÃO, estão sendo inocentados e, portanto, livres e aptos para fazer o que bem entenderem, inclusive, se assim o desejarem, voltar a praticar os velhos e mesmos CRIMES.


PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO ÀS AVESSAS

Confesso que cheguei a imaginar que esta situação não se sustentaria por muito tempo. No entanto, pelo andar interminável da carruagem da DESFATEZ E DA INJUSTIÇA PLENA, tudo leva a crer que a COVARDIA já faz parte do DNA da pobre SOCIEDADE BRASILEIRA, que assiste a tudo de forma passiva como se estivesse passando por um PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO ÀS AVESSAS. Algo do tipo que só permite viver em SOCIEDADE aqueles que estão prontos e aptos para cometer CRIMES. Que tal?


PRIME NEWS



PETROBRAS



Em entrevista para o Estadão, o -ainda- presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que seu sucessor precisará de sorte para conseguir cumprir as demandas do governo na estatal. “Vamos ver se meu sucessor tem sorte, de ele chegar aqui e acabar a guerra. Que esse conflito de oferta e demanda se equilibre”, afirmou.


 Segundo Luna e Silva, a empresa tem uma governança muito forte, que foi construída a partir dos problemas passados e que, dentro da esfera legal, fez tudo o que podia.


 “A ideia de preço de paridade de importações, que é uma referência, isso está mais do que compreendido. Não aceitar isso é que é difícil. O que acontece é que, no Brasil é muito mais fácil encontrar um CULPADO do que uma SOLUÇÃO. Há que se recuse a entender que o PREÇO DO COMBUSTÍVEL, a gasolina por exemplo, é um TERÇO DO VALOR. Os DOIS TERÇOS RESTANTES são representados por TRIBUTOS e SERVIÇOS e isso não está no COLO DA PETROBRAS.


Pontocritico.com

Kit Fralda Turma da Mônica Baby Tam. G 8 a 13kg - 6 Pacotes com 24 Unidades Cada

 


A Fralda descartável diurna e noturna Baby da Turma da Mônica, foi totalmente reformulada para deixar seu seu bebê sequinho e protegido por mais tempo. Isso porque ela conta com uma nova tecnologia que vai proporcionar uma proteção por até 12 horas. Tem distribuição rápida e uniforme do xixi, barreiras antivazamento e cintura elástica para garantir o melhor ajuste. Isso sem contar nas estampas divertidas. Essa embalagem acompanha 24 fraldas no tamanho G, peso suportado de 8 à 13kg. Essa fralda foi testada e aprovada dermatologicamente.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/kit-fralda-turma-da-monica-baby-tam-g-8-a-13kg-6-pacotes-com-24-unidades-cada/p/229702700/ME/FDES/?campaign_email_id=3417&utm_campaign=email_300322_qua_mercado&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-229702700

Igreja indenizará noivos impedidos de casar por já morarem juntos

 Justiça do ES considerou que a igreja gerou expectativa nos noivos ao confirmar a cerimônia por diversas vezes, tornando inaceitável o cancelamento sem a devida antecedência.

Igreja que cancelou casamento de noivos, na véspera da celebração, indenizará o casal por danos morais e materiais. A decisão é do juízo da 6ª vara Cível de Vila Velha/ES. 

A igreja havia cancelado a cerimônia sob o argumento de que sua orientação é de não realizar casamentos de noivos que morem juntos, ou em união estável, e a informação comentada na comunidade era de que eles moravam juntos.

Ao analisar essa situação, o juízo da 6ª vara Cível verificou os documentos dos autos e registrou que o pastor da igreja havia confirmado a realização do casamento. De acordo com as testemunhas, ele anunciou a cerimônia publicamente, os convites foram entregues, e, ainda, como costume da religião, foi exposto no mural da própria igreja e disponibilizado em outras.

O juízo singular considerou que a igreja não apresentou provas de que os autores realmente moravam juntos ou haviam praticado algum ato contrário à doutrina da igreja.

A Justiça também pontuou uma incoerência na atitude da igreja, pois, apesar de ter cancelado o casamento, os noivos não haviam sido dispensados de suas funções na igreja, além de ressaltar que a decisão pelo casamento na igreja está relacionada à opção religiosa do casal, já que professar uma religião é um direito fundamental e resguardado pela Constituição Federal.

Sendo assim, a igreja foi condenada a indenizar o casal em R$ 8,5 mil e R$ 20 mil, por danos materiais e morais, respectivamente, visto que a igreja gerou expectativa nos autores ao confirmar a cerimônia por diversas vezes, tornando inaceitável o cancelamento sem a devida antecedência, o que causou diversos prejuízos e danos.

Processo: 0026579-51.2018.8.08.003

Fonte: migalhas.com.br - 31/03/2022 e SOS Consumidor