quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Michelle Rincon, jornalista da Intertv (RN)

 

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"Câmara abriu fosso insuperável com sociedade", diz Onyx sobre votação

Deputados modificaram medidas do pacote contra corrupção

Câmara abriu fosso insuperável com sociedade, diz Onyx sobre votação  | Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados / CP

Câmara abriu fosso insuperável com sociedade, diz Onyx sobre votação | Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados / CP

 

A votação que entrou pela madrugada desta quarta-feira e modificou uma série de medidas no pacote contra a corrupção, proposto pelo Ministério Público Federal (MPF) foi definida pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) como uma simples vingança do Parlamento contra integrantes do MP. 

"Foi m negócio terrível. Tudo que alertamos, as questões técnicas e outras coisas não valeram. Era uma vingança. Parecia aqueles filmes da máfia italiana. A Câmara perdeu a última oportunidade de se reencontrar com as ruas. Acho que se divorciou da população e abriu um fosso insuperável com a sociedade nesta legislatura", afirmou Lorenzoni em entrevista à Rádio Guaíba. 

Lorenzoni disse que o texto é ruim e que deixou tipos penais abertos. "Há várias inconstitucionalidades e eu alertei sobre isso. Esta legislatura não conseguirá se reencontrar com a população, o que sinaliza que está sendo gestado dentro do Parlamento uma grave crise institucional, especialmente contra aqueles que investigam, que processam e que estão passando o Brasil a limpo, fazendo a vontade da maioria da sociedade brasileira", enfatizou o deputado. 

"Vendetta insana"

Para Onyx Lorenzoni, durante a votação foi instituída uma "vendetta insana" contra os investigadores da Lava Jato. "Parece que as pessoas só tinham um objetivo: destruir toda e qualquer ponte capaz de dar credibilidade ao Parlamento. Como eu acredito na democracia, saí de lá indignado e frustrado. Estávamos tentando fazer o encontro com a sociedade. É com tristeza que narro e comento isso com os ouvintes da Guaíba", observou.  

O deputado gaúcho afirmou ainda que a votação do pacote contra a corrupção começou de maneira hipócrita, principalmente quando foi aprovado por unanimidade na comissão especial. "Foram 30 votos que eram dos 30 titulares. Ontem, na votação do texto, houve um exercício de hipocrisia, baseado no seguinte discurso: de que estava aperfeiçoando as medidas. Mas pegaram um facão e um machadinho e fizeram picadinho das propostas, até deixar o pacote original destroçado", acrescentou.   

Bancada gaúcha na votação que aprova punição a juiz e Ministério Público

Não

Afonso Hamm (PP)

Cajar Nardes (PR)

Covatti Filho (PP)

Danrlei de Deus Hinterholz (PSD)

Heitor Schuch (PSB)

Jerônimo Goergen (PP)

João Derly (REDE)

José Fogaça (PMDB)

Jose Stédile (PSB)

Luiz Carlos Busato (PTB)

Onyx Lorenzoni (DEM)

Sim

Afonso Motta(PDT)

Alceu Moreira (PMDB)

Bohn Gass (PT)

Carlos Gomes (PRB)

Darcísio Perondi (PMDB)

Giovani Cherini (PR)

Henrique Fontana (PT)

Jones Martins (PMDB)

Luis Carlos Heinze (PP)

Marco Maia (PT)

Marcon (PT)

Maria do Rosário (PT)

Mauro Pereira (PMDB)

Nelson Marchezan Junior (PSDB)

Paulo Pimenta (PT)

Pepe Vargas (PT)

Pompeo de Mattos (PDT)

Renato Molling (PP)

Sérgio Moraes (PTB)

 

Correio do Povo e Rádio Guaíba

MORREU O GRÃO-SENHOR DA SENZALA

blog

Por Percival Puggina

A “revolução” cubana me despertou tanta curiosidade que um dia, em 2001, resolvi conhecer a ilha dos Castro. Supunha que o comunismo, essa ideologia funesta, estivesse com os dias contados e visitar Cuba era o modo mais econômico de ainda ver de perto uma sociedade sob tal regime. Ao retornar ao Brasil, as pessoas com quem conversava sobre a viagem me pediam que colocasse as observações num livro. Assim, voltei a Havana no ano seguinte para colher subsídios e escrever “Cuba, a tragédia da utopia”, publicado em 2004.

Nessa viagem, após cometer a imprudência de telefonar, contatar e encontrar-me em público com vários dissidentes, pude experimentar e compartilhar, com eles, o temor, a insegurança e a sensação de viver sob vigilância de um Estado totalitário. Fui seguido, filmado e, por via das dúvidas, busquei (inutilmente, aliás) proteção da embaixada brasileira, já então sob orientação petista. Continuei acompanhando a vida cubana através de correspondentes. Voltei de novo em 2011 atualizando observações e dados para uma edição ampliada do livro de 2004, em fase final de redação.

Há, em minha biblioteca, dezenas de livros sobre Cuba. Desde os primeiros, escritos ainda em 1960 por jornalistas e membros do mundo acadêmico de esquerda norte-americano, até os mais recentes, de autores que serviram pessoalmente a Fidel Castro como membros do serviço secreto ou segurança pessoal. Mas não se engane, leitor. A maior parte da bibliografia é laudatória. Visa ao proselitismo. Pretende convencer que o regime é muito bom; o resto do mundo é que não presta.

Quem conhece a realidade local sabe que o povo da ilha, faz tempo, jogou a toalha da esperança no tablado da luta cotidiana. Ninguém mais acredita no governo, no regime, ou em dias melhores. Ninguém, fora da nomenklatura, crê que possa haver refeições satisfatórias além da cada vez mais subnutrida libreta de racionamento. Depois de quase seis décadas de semeadura de ódios aos ianques, o maior anseio e único horizonte da população é o retorno deles com suas verdinhas e seus empreendimentos, soprando ares de liberdade.

Estes momentos que seguem à morte do tirano proporcionaram um novo alento à propaganda comunista no Brasil. A mesma mídia que chorou a eleição de Trump aproveitou o embalo e ofereceu compungidos e afetuosos necrológicos a Fidel. Dir-se-ia que certos jornalistas tinham perdido o vovô, velhinho bom, que dedicara a vida ao ideal da sociedade igualitária. Uma hipocrisia descomunal!

Nestes tempos de internet, todos sabem que Fidel, desde que chegou ao poder, viveu como um nababo; que se apropriou de uma ilha, Cayo Piedra, onde construiu um paraíso particular (e não diz que é de um amigo dele); que tinha várias residências com diferentes mulheres; que sua despensa sempre foi abastecida das melhores iguarias que o dinheiro pode comprar. Quem descreve com mais detalhes e credibilidade os requintes da cozinha de Fidel Castro (num país com mais de meio século de racionamento) é o irrequieto frei Betto, em “O Paraíso Perdido”. Nessa obra, cada capítulo conta algo de sua atividade como intelectual revolucionário itinerante e dos lautos banquetes com que se nutria para essa faina. Muitos deles, sentado à mesa farta do carniceiro do Caribe.

Então, leitor, morreu um hipócrita. Por lógica intrínseca, irrecusável pela razão e pela visão em todas as suas experiências, igualitarismo é o formato que tomou a escravidão no século XX. Os membros da elite política do partido único são os novos senhores dessas poucas senzalas nacionais ainda remanescentes em desditosas nações contemporâneas.

Comentário do blog: já li e recomendo o excelente livro do autor, que expõe um pouco da lamentável realidade de mais esta tentativa de impor à força uma utopia nefasta.

 

Percival Puggina

EDITORIAIS VERDADEIROS SOBRE FIDEL NÃO INOCENTAM JORNAIS POR CONTEÚDO MANIPULADO

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Mais gente lê as manchetes dos jornais do que seus editoriais. E são as manchetes, assim como as reportagens, que costumam vir carregadas de ideologia, de eufemismo, de visão esquerdista. No caso de Fidel Castro, por exemplo, são as matérias desses jornais que costumam tratá-lo como “ex-presidente”, e mostrar sempre o “outro lado”, como se fosse possível existir algum lado bom num tirano assassino que escravizou todo um povo e lhe usurpou o direito de sonhar com o futuro.

Digo isso pois não perdoo essa postura, essa cumplicidade da grande imprensa para com o pior ditador que o continente já teve, alguém que faz Pinochet parecer quase um santo, mas que continua sendo idolatrado por idiotas úteis como se fosse um grande humanista preocupado com os mais pobres. Ainda assim, e feita a ressalva de que os editoriais não inocentam tais veículos, destaco aqui trechos dos obituários de Fidel pelo Estadão e pela Folha, que deveriam dar o tom de todas as suas reportagens:

Estadão:

Como os vários tiranos do século 20 que se julgavam portadores da verdade e encarregados de uma missão libertadora, Fidel Castro acreditava que a história o absolveria. O líder da Revolução Cubana, morto no dia 26, foi o responsável pela mais longeva ditadura da América Latina, uma das mais cruéis do mundo, deixando como herança um país devastado economicamente e uma população amedrontada.

[…]

Seu maior feito, porém, foi ter mantido uma ditadura por mais de meio século a despeito do fato de sua administração ter destruído o país. Em qualquer outro lugar, um dirigente que condenasse seus governados à pobreza crônica e que os submetesse ao atraso tecnológico e industrial por tantas décadas – sem falar da ausência de liberdades individuais e de respeito aos direitos humanos – acabaria sendo derrubado.

[…]

O espetacular fiasco da experiência socialista e castrista em Cuba deveria servir como prova definitiva da inviabilidade desse modelo e da natureza irresponsável, despótica e corrupta do regime de Fidel. Mas ainda há quem veja nele um modelo a ser seguido. Para a ex-presidente Dilma Rousseff, Fidel foi “um visionário que acreditou na construção de uma sociedade fraterna e justa, sem fome nem exploração, numa América Latina unida e forte”. Para o ex-presidente Lula da Silva, Fidel foi “o maior de todos os latino-americanos”, cujo “legado de dignidade e compromisso por um mundo mais justo” será “eterno”. Já para a maioria dos cubanos, Fidel é um pesadelo que, enfim, termina.

Folha:

Não se limitou aos setores mais dogmáticos da esquerda o fascínio que, durante décadas, cercou a figura de Fidel Castro na opinião pública latino-americana.

Estranhamente, mesmo entre grupos já desiludidos em definitivo pelo sistema soviético, o modelo de Cuba —nada mais que sua tradução em paisagem tropical— continuava e continua a provocar relativa simpatia.

Surgindo para o mundo numa aura de herói romântico, capaz de com um punhado de homens iniciar a derrubada da ditadura de Fulgêncio Batista, Fidel Castro assumiria posteriormente o papel de um símbolo anti-imperialista, liderando de sua pequena ilha uma impressionante resistência às investidas do poderio norte-americano.

Ignorava-se voluntariamente, com isso, a condição real de Cuba: a de, num imprevisto geopolítico, ter-se constituído em mero protetorado da União Soviética, mantido enquanto esta durou, sobrevivendo depois graças ao apoio da Venezuela, até que, por sua vez, o bolivarianismo entrasse também em crise terminal.

[…]

As liberdades individuais, a alternância de poder, o curso desimpedido da informação constituem não apenas um valor humano inegociável no mundo moderno mas também a única salvaguarda que se possa ter contra a estagnação.

Um sistema feito à força, do qual centenas de milhares de pessoas são levadas a fugir, e no qual as que restam vivem sob censura e medo, não se flexibiliza nem evolui. Estaciona no tempo, ou cai definitivamente: é destino de toda ditadura não ter perspectiva de futuro.

[…]

Cuba já era, entretanto, um dos países com menor taxa de analfabetismo da América Latina, e o de menor taxa de mortalidade infantil, sob a ditadura de Batista.

As carências gerais em itens básicos de consumo, e o gritante atraso tecnológico, condenam a ilha a viver no passado; de herói juvenil e inspirado, Fidel Castro transformou-se na derradeira múmia do século 20. Sobreviveu a tudo, mas já estava morto.

Agora pergunto: por que esses jornais não preservam essa linha realista em suas reportagens, em suas manchetes? Por que permitem que “jornalistas” com viés esquerdista manipulem o conteúdo dos jornais de acordo com suas ideologias? O resultado acaba sendo terrível: os editoriais corretos garantem a aura de isenção, para que as reportagens manipuladas possam enganar mais gente ainda.

Você acusa os veículos de parcialidade e o esquerdista rebate: “Ora, como assim? Não viu o editorial? O jornal é de direita!” Não, o jornal não é de direita, tampouco imparcial. Pode até ter um editorial razoável, mais fiel aos fatos, mas isso acaba servindo de verniz para ocultar o que vem dentro, eivado de ideologia, distorcendo fatos, abusando de eufemismos, aliviando a barra desse tirano assassino que destruiu todo um país e só encanta imbecis e canalhas.

Por isso não perdoo nossa mídia. Nem mesmo diante de bons editoriais. O viés esquerdista é evidente nas manchetes e nas reportagens. E isso que causa tanto estrago. O caso da televisão é ainda pior, como o “Jornal Nacional” e o “Fantástico” da TV Globo comprovam. Alcançam milhões de pessoas, muito mais do que os editoriais desses jornais. Precisamos urgentemente de uma Fox News do Brasil.

Rodrigo Constantino

EMBARCAR NO “FORA, TEMER” AGORA É DAR MUNIÇÃO À EXTREMA-ESQUERDA

Fonte: Estadão

Fonte: Estadão

Um protesto contra o governo e contra projetos do presidente Michel Temer terminou em confusão no final da tarde desta terça-feira (29).

Após mais de 12 mil pessoas se reunirem em frente ao gramado do Congresso Nacional (segundo estimativa da Polícia Legislativa), alguns manifestantes viraram um carro da TV Record que estava estacionado na rampa de acesso e depredaram outros.

A Polícia Militar e a Polícia Legislativa, que faziam um cordão de isolamento, atiraram então bombas de efeito moral para dispersar o ato.

Um grupo chegou a virar banheiros químicos que estavam na região e um outro montou uma barricada num trecho da Esplanada para evitar a proximidade da polícia.

Com o grito de guerra “fora, Temer”, o protesto reúne sindicatos, índios, organizações de esquerda e movimentos sociais.

Há faixas contra a proposta de congelamento de gastos federais, que deve ir a voto no Senado nesta terça, e contra areforma do ensino médio, entre outros pontos.

Eis tudo o que você precisa saber para não apoiar nenhum movimento com a bandeira “Fora, Temer” neste momento. Algum senso de realismo político se faz necessário aqui. Sim, Geddel cometeu abuso de poder, tão típico de nosso modelo político, do que o PMDB representa. Sim, Temer errou.

Mas como não estranhar a postura do ex-ministro Calero, tão ligado à turma da extrema-esquerda, como podemos ver em fotos circulando pelas redes sociais? Como não desconfiar desse pessoal que já aproveita para reforçar a narrativa canalha de que o impeachment foi um “golpe”?

Basta ler a coluna da senadora Vanessa Grazziotin hoje na Folha, a mesma em que ela diz que Fidel Castro representou a luta democrática, para perceber como aqueles que reúnem seus esforços hoje para tentar derrubar Temer agem como inocentes úteis dos comunistas. A quem interessa isso? Fora Temer e quem para dentro?

O purismo também pode ser confundido com certa infantilidade muitas vezes. Algum pragmatismo é importante aqui, como sinal de maturidade. Embarcar ao lado de CUT, UNE, PCdoB, PT e PSOL será sempre uma furada. Em 100 de 100 vezes isso será o lado errado da coisa, da História.

Temer não deve ser blindado, claro, nem seu governo deve permanecer impune, caso denúncias graves sejam comprovadas. Ele também deve sofrer pressão popular pela aprovação das reformas que poderão colocar nossa economia novamente nos trilhos. Mas daí a se juntar com vândalos comunistas para pedir sua cabeça vai uma longa distância.

Não sejamos burros a ponto de nos transformarmos em massa de manobra desses maus perdedores do Antigo Regime, que fazem de tudo para evitar qualquer mudança positiva. Quando for a hora, o próprio PMDB será a bola da vez, para que um Novo Brasil possa emergir do pântano de Brasília. Mas quando for a hora…

Rodrigo Constantino

Comissão do Senado rejeita requerimentos para ouvir ex-ministros Geddel e Calero

Brasília - Os ministros da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e da Cultura, Marcelo Calero, durante reunião sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Os ex-ministros da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e da Cultura, Marcelo Calero, durante reunião sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016 Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado rejeitou hoje (29) requerimentos apresentados pelo senador Humberto Costa (PT-PE) para ouvir os ex-ministros da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima; e da Cultura, Marcelo Calero sobre o episódio que levou à saída dos dois do governo.

Costa queria que os ex-ministros fossem ouvidos para esclarecer acusação de Calero de que teria sido pressionado por Geddel para reverter um embargo à construção de um prédio em Salvador.

Os líderes do governo no Congresso Nacional, Romero Jucá (PMDB-RR), e no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP), votaram pela rejeição dos requerimentos.

Marcelo Calero pediu demissão no último dia 18 e deu entrevista alegando que sofreu pressão por parte de Geddel para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador embargado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Na última sexta-feira (25), Geddel entregou ao presidente Michel Temer carta de demissão onde diz que “avolumaram-se as críticas” contra ele e que, diante da dimensão das interpretações dadas, pedia desculpas aos que estavam sendo por elas alcançados.

* Com informações da Agência Senado

 

Agência Brasil

ATO TERRORISTA EM BRASÍLIA CONTRA REFORMAS NECESSÁRIAS


Vou tomar a liberdade de usar a “caneta desesquerdizadora” nessa notícia do GLOBO:
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Comentei em minha página do Facebook: O sujeito pode depredar tudo, jogar coquetel Molotov em policial, virar carros, até mesmo degolar uma criança em praça pública; se ele fizer tudo isso e for de esquerda, a GloboNews vai continuar o chamando de “manifestante”.
Joice Hasselmann foi perfeita em seu comentário sobre essa confusão deliberada desses marginais:
Que essa ação orquestrada da extrema-esquerda sirva de alerta aos que estão embarcando no “Fora, Temer” agora. Como expliquei aqui, isso é servir como massa de manobra dos comunistas. Acorda, Brasil!

COMO TRÊS MINISTROS DO STF PASSAM POR CIMA DE UMA NAÇÃO PARA LEGISLAR A FAVOR DO ABORTO?

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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) abriu nesta terça-feira, 29, uma nova jurisprudência e não viu crime na prática de aborto realizada durante o primeiro trimestre de gestação – independentemente do motivo que leve a mulher a interromper a gravidez.

A decisão da 1ª Turma do STF valeu apenas para um caso, envolvendo funcionários e médicos de uma clínica de aborto em Duque de Caxias (RJ) que tiveram a prisão preventiva decretada. Mesmo assim, o entendimento da 1ª Turma pode embasar decisões feitas por juízes de outras instâncias em todo o País.

Durante o julgamento desta terça-feira, os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber se manifestaram no sentido de que não é crime a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre, além de não verem requisitos que legitimassem a prisão cautelar dos funcionários e médicos da clínica, como risco para a ordem pública, a ordem econômica ou à aplicação da lei penal.

“Em temas moralmente divisivos, o papel adequado do Estado não é tomar partido e impor uma visão, mas permitir que as mulheres façam a sua escolha de forma autônoma. O Estado precisa estar do lado de quem deseja ter o filho. O Estado precisa estar do lado de quem não deseja – geralmente porque não pode – ter o filho. Em suma: por ter o dever de estar dos dois lados, o Estado não pode escolher um”, defendeu o ministro Barroso. 

Para que serve o Congresso? Reparem que sequer vem ao caso aqui se posicionar contra ou a favor do aborto. Isso não deveria importar tanto nesse momento. E o fato de pouquíssima gente pensar assim demonstra como os brasileiros têm pouco apreço pela democracia. O STF está usurpando o papel dos legisladores, e isso é despotismo “esclarecido”, ou, no caso, muito pouco esclarecido.

Um caso em Duque de Caxias acaba criando jurisprudência para o país todo, e eis que o aborto se torna legal até o terceiro mês de gestação, não por decisão dos representantes do povo num árduo processo de debates, mas pela canetada mágica de três ministros!

Barroso diz que não cabe ao estado tomar partido, mas tomou, e tomou por meio do STF, não do Congresso. Cabe ainda perguntar: e quem toma o partido do feto humano na barriga da mãe? Quem fala em “liberdade de escolha” ignora os direitos do próprio embrião humano.

O tema do aborto divide muita gente. Não vou entrar na questão em si, apenas constatar que julgo abominável o esforço de banalização de uma prática tão traumática por parte das feministas e “progressistas”. Que um assunto tão delicado assim, que envolve o futuro de vidas humanas, seja decidido de maneira tão concentrada e com total descaso pelo poder Legislativo é algo realmente chocante.

O STF precisa urgentemente regressar ao seu papel de guardião das leis, e não de formulador das leis, que definitivamente ninguém lhe concedeu. Chega desse ativismo judicial que joga no lixo a Constituição e a própria democracia.

Rodrigo Constantino

O Asilo Padre Cacique está precisando de doações para Ceia de Natal

Nenhum texto alternativo automático disponível.

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/PadreCacique/posts/1124178321022362:0

Relator inclui obrigatoriedade de artes e educação física no ensino médio

O relator da Medida Provisória do Ensino Médio (MP 746/2016), senador Pedro Chaves (PSC-MS), apresentou, hoje (29), na comissão mista que discute a MP, relatório que inclui a obrigatoriedade de artes e educação física como componentes do ensino médio. O texto também propõe uma meta intermediária de ampliação da carga horária para pelo menos mil horas anuais no prazo máximo de cinco anos para todas as escolas do ensino médio.

Brasília - O senador Pedro Chaves (E) e o deputado Izalci Lucas apresentam o relatório sobre a MP 746/2016, que trata da Reforma do Ensino Médio ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasília - O senador Pedro Chaves (E) e o deputado Izalci Lucas apresentam o relatório sobre a MP 746/2016, que trata da Reforma do Ensino Médio ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)Marcelo Camargo/Agência Brasil

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) pediu vista do relatório de Pedro Chaves. O presidente da Comissão Mista de Medida Provisória 746, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) concedeu vista coletiva e a votação do texto foi adiada. O texto original da MP 746 previa a retirada da obrigatoriedade artes e educação física e a ampliação da carga horária do ensino médio das atuais 800 horas anuais para 1.400 horas, em regime de educação integral.

Saiba Mais

Em relação à volta da obrigatoriedade de filosofia e sociologia no ensino médio, retirada pela medida provisória, Pedro Chaves disse que essa discussão será feita pelo Conselho Nacional de Educação, na definição da Base Nacional Comum Curricular.

O relatório apresentado por Pedro Chaves ainda prevê que o governo federal amplie de quatro para dez anos o prazo de repasse de recursos federais aos estados para apoiar a ampliação da carga horária.

“O financiamento era um ponto nevrálgico, sentíamos a angústia dos governadores porque eles teriam quatro anos e, a partir daí, a responsabilidade era integralmente deles. Eu falei com o ministro [da Educação, Mendonça Filho] e estendemos esse prazo de quatro pra dez anos. Então vai dar um fôlego para os estados, para que um maior número de estabelecimentos de ensino médio possa ter tempo integral”, explicou Pedro Chaves.

O relatório ampliou de 50% para 60% a composição do curriculum do ensino médio preenchido pela Base Nacional Comum. Os 40% restantes serão destinados aos itinerários formativos que o estudante poderá escolher: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

Foi mantida no relatório a permissão para que profissionais com notório saber, ou seja, sem formação acadêmica específica na área que lecionam, possam dar aulas no ensino técnico e profissional.

Após apresentado, o relatório deverá ser votado na comissão mista do Congresso, onde poderá sofrer alterações, e passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

 

 

Agência Brasil

 

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Taxistas depredam lounge da Uber no Santos Dumont: são os ludistas da era moderna

 

Por Rodrigo Constantino

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Os desentendimentos entre taxistas e motoristas da Uber parecem não ter fim. Desta vez,...

 

 

É momento de luto, não de politizar uma tragédia como a do time Chapecoense

 

Por Rodrigo Constantino

Acordo com a trágica notícia da queda do avião que levava o time de Chapecoense e jornalistas. Que tristeza! Por acaso vi vários desses jogadores no fim de semana, pois estavam hospedados no mesmo hotel que nós da Rede Liberdade em São Paulo. Muito jovens. Com um futuro promissor à frente. Cheios de energia, de sonhos. Dia de luto. E só podemos desejar força a seus familiares e amigos.

Esse foi o breve comentário...

 

Não foi só Fidel que morreu: a vergonha na cara do establishment também

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Lucas Berlanza, publicado pelo