Plenário da Câmara aprova texto base do projeto de lei que cria medidas contra a corrupção (PL 4850/16)Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A Câmara dos Deputados aprovou em plenário, na madrugada de hoje (30), o Projeto de Lei 4850/16, que prevê um pacote de medidas contra a corrupção, entre elas a tipificação do caixa dois como crime eleitoral, a criminalização do eleitor pela venda do voto e a transformação em crime hediondo do ato de corrupção que envolva valores superiores a 10 mil salários mínimos.
A proposta surgiu a partir de uma campanha feita pelo Ministério Público Federal intitulada Dez Medidas Contra a Corrupção. Na votação, no entanto, foram retiradas seis das dez medidas sugeridas pelo MPF. Com as alterações, a ideia original do texto foi totalmente danificada, na avaliação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. "As 10 Medidas contra a corrupção não existem mais. O Ministério Público brasileiro não apoia o texto que restou, uma pálida sombra das propostas que nos aproximariam de boas práticas mundiais", criticou. Membros e órgãos do Judiciário também manifestaram-se contra o texto aprovado na Câmara. A matéria foi aprovada por 450 votos a 1 e será enviada ao Senado.
Medidas suprimidas
Os deputados rejeitaram o ponto que tornava crime o enriquecimento ilícito de funcionários públicos, a proposta que previa acordos de leniência entre empresas envolvidas em crimes, as mudanças em relação ao tempo de prescrição de penas e a criação do confisco alargado, que permitiria o recolhimento de patrimônio da pessoa condenada pela prática de crimes graves. Também foram suprimidas as medidas que previam estímulo à denúncia de crimes de corrupção, além da proposta de acordos entre defesa e acusação para simplificar processos e o ponto que previa a responsabilização dos partidos e a suspensão do registro da legenda em caso de crimes graves.
Entenda quais são as medidas que constam no texto final
Os deputados aprovaram a criminalização da prática de utilização de recursos não contabilizados formalmente em campanhas eleitorais, o chamado caixa dois. Pela proposta, o candidato, o administrador financeiro que incorrer na prática poderá sofrer uma pena de dois a cinco anos de prisão, e multa. As penas serão aumentadas de um terço se os recursos forem provenientes de fontes vedadas pela legislação eleitoral ou partidária.
Juízes e promotores A principal mudança feita pelos deputados ocorreu por meio de emenda do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), aprovada por 313 votos a 132 e 5 abstenções. Ela prevê casos de responsabilização de juízes e de membros do Ministério Público por crimes de abuso de autoridade. Entre os motivos listados está a atuação com motivação político-partidária.
Divulgação de opinião No caso dos magistrados, também constituirão crimes de responsabilidade proferir julgamento quando, por lei, deva se considerar impedido; e expressar por meios de comunicação opinião sobre processo em julgamento. A pena será de reclusão de seis meses a dois anos e multa.
Qualquer cidadão poderá representar contra magistrado perante o tribunal ao qual está subordinado. Se o Ministério Público não apresentar a ação pública no prazo legal, o lesado pelo ato poderá oferecer queixa subsidiária, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e organizações da sociedade civil constituídas há mais de um ano para defender os direitos humanos ou liberdades civis.
Venda de votos O eleitor que negociar seu voto ou propuser a negociação com candidato ou seu representante em troca de dinheiro ou qualquer outra vantagem estará sujeito a pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa.
Crime hediondo Vários crimes serão enquadrados como hediondos se a vantagem do criminoso ou o prejuízo para a administração pública for igual ou superior a 10 mil salários mínimos vigentes à época do fato. Incluem-se nesse caso o peculato, a inserção de dados falsos em sistemas de informações, a concussão, o excesso de exação qualificado pelo desvio, a corrupção passiva, a corrupção ativa e a corrupção ativa em transação comercial internacional.
Nascida ao Sul da França, é filha do operário Roger e da dona-de-casa Marcelle, que enfrentaram grandes dificuldades econômicas para criar seus quatorze filhos: Mireille (a mais velha), Monique, Christiane, Marie-France, Réjane, Régis, Guy, Roger, Jean-Pierre, Rémy, Simone, Philippe, Béatrice e Vincent. Sua família viveu durante anos em modestíssima casa de madeira, sentindo na pele o rigor do inverno e da chuva, que atravessavam as frágeis paredes.
Mesmo quebrando pedras (literalmente), Roger, seu pai, alimentava o sonho de poder cantar, visto que possuía uma bela voz de tenor. Neste ambiente, Mireille cresceu e herdou o talento musical do pai. Aos quinze anos, quando debutante, Mireille e sua família conseguiram um apartamento de cinco cômodos e ela pôde, enfim, tomar um banho quente e decente. Segundo ela mesma, esse foi o dia mais feliz de sua vida.
Grande admiradora de Edith Piaf, Mireille cantou precocemente em público pela primeira vez aos quatro anos, na Missa do Galo da Igreja Matriz de sua cidade. Porém, para tornar-se uma grande estrela internacional, não bastava apresentar-se para a família e os amigos, que a apelidaram "la vie en rose", por motivos óbvios.
O início
Enquanto estudava canto e ouvia atentamente os conselhos da professora Laure Collière, Mireille trabalhava duro em uma fábrica de envelopes. Aos dezoito anos, em 21 de novembro de 1965, participa de um concurso de calouros, no programa Télé Dimanche. O público prefere outra candidata, mas, para sorte de Mireille, o empresário Johnny Stark assiste à apresentação e aposta em Mireille. Seu primeiro disco, em 45 rotações, vendeu mais de um milhão de cópias, com as músicas Mon credo, C’est ton nom, Qu’elle est belle e Le funambule.
Johnny Stark teve várias e longas conversas com Mireille, explicando todas as dificuldades da profissão, mas que se ela estivesse disposta a trabalhar muito, ensaiar muito, estudar muito e fizesse o que ele mandasse, ele a transformaria numa grande estrela, que seria conhecida e admirada em toda França.
Mireille teve como mentores o maestro Paul Mauriat e o compositor André Pascal, que começaram a ensiná-lhe técnicas vocais para que usasse melhor sua potência vocal, colocar a voz mais adequadamente e respirar de maneira correta. Ao mesmo tempo, Mireille tomava aulas de francês e de inglês, além de boas maneiras, comportamento social, como caminhar num palco, num estúdio de televisão, como dominar a distância certa de cantar ao microfone e todas as inúmeras coisas, necessárias ao bom desempenho de uma cantora.
O sucesso
Com uma ascensão meteórica em sua carreira, Mireille participa de programas de televisão nos Estados Unidos e apresenta-se no Olympia, em 1967. O Instituto Francês de Opinião Pública, na época, pesquisou junto ao público e declarou Mireille como a cantora preferida do povo francês.
Depois de se apresentar na tv em 1965, e de sua estréia no “Olympia” em 1966, Mireille já era uma celebridade de domínio público. Foi saudada pela imprensa com grande espalhafato e anunciada como a “próxima Edith Piaf”, pela evidente semelhança de seu timbre de voz com o de Edith, morta três anos antes.
Com seus repetidos sucessos foi parar no Canadá e nos Estados Unidos, onde se apresentou no famoso e indispensável “The Ed Sullivan Show” e no outro dia, 50 milhões de pessoas já conheciam Mireille Mathieu. Cantou em Las Vegas, ao lado de Dean Martin e Frank Sinatra e foi um sucesso quase surpreendente. De público e crítica.
A carreira
Mireille já provou sua qualidade superior e se tornou a embaixatriz da cultura francesa ao redor do mundo. Seus fãs se espalham da China ao Brasil, incluindo a antiga União Soviética. Frequenta os palcos sofisticados de Monte Carlo e tem a humildade de se curvar diante de sua musa Edith Piaf. Ainda muito requisitada, continua se apresentando pelo mundo, fazendo turnês(digressões) regularmente pelo Carnegie Hall de Nova York, no “Sport Palais” do Canadá ou no “The Ice Palace” de San Petersburg.
Nos seus mais de 50 anos de carreira, Mireille já vendeu mais de 190 milhões de cópias de seus discos, gravou mais de 1200 músicas, em nove línguas e foi a primeira artista do ocidente a fazer um concerto de música popular na China.
Gravou o disco “Mireille Mathieu chante Edith Piaf” (1993), no qual canta 13 das mais famosas e populares músicas do seu ídolo eterno.
Comemorou seus 40 anos de carreira em 2005, com grande apresentação no “Olympia”, onde foi gravado seu primeiro DVD, “Mireille à l’Olympia”, além de um CD, que lhe deu o prêmio “Disque d’Or”.
Em 2007, participou de um super espetáculo de televisão na Alemanha, um dos países de público mais fiel, para receber o prêmio de “Melhor Cantora Internacional do País”.
Mireille Mathieu no Brasil
Em 1968, Mireille esteve no Brasil e se apresentou na TV Record, como uma menina-prodígio, uma revelação da música francesa, que seria a sucessora de Edith Piaf, imagem que ela gradativamente foi eliminando, ao adquirir personalidade própria. Desde então, Mireille não voltou a se apresentar no Brasil, apesar de lançar novos discos, cada vez vendendo mais.
Segundo a revista Forbes, Miranda Kerr foi, em 2007, a décima modelo mais bem paga do mundo, com ganhos estimados em 3,5 milhões de dólares. Em 2008 e 2009 subiu para a nona posição, com 3 e 4 milhões de ganhos anuais, respectivamente.[4][5][6]
Miranda Kerr nasceu na cidade de Gunnedah, uma vila rural do estado de Nova Gales do Sul, Austrália. Iniciou sua carreira de modelo após ganhar o concurso "Dolly/Impulse Modeling Competition" despertando assim a atenção da mídia.[2]
Em 2004, a carreira de Kerr iniciou-se com uma campanha publicitária feita pelo fotógrafo Erick Seban-Meyer para Ober Jeans Paris.
Em 2006 mudou-se de Sydney para New York.[2]Durante a sua adolescência foi motivo de muita polêmica na imprensa australiana devido a preocupações éticas, pois efectuou trabalhos em que envergava pouco (e reduzido) vestuário. Mas continuou a se expandir e a partir do ano de 2008, alcançou fama internacional.[carece de fontes]
Em 2013, Kerr vestiu o mesmo biquíni da Chanel, utilizado por Stella Tennant em 1996, para o lançamento de uma revista digital[7].
Em 2007, Kerr começou a namorar o atorOrlando Bloom.[10] O casal anunciou que estavam noivos em 21 de Junho de 2010.[11] Kerr casou-se no dia 22 de Julho em uma "cerimônia íntima". [12] Em 19 de Agosto de 2010, Miranda Kerr anunciou em sua página do Facebook que estava esperando um filho do ator, e em 6 de janeiro de 2011 nasceu Flynn Christopher Blanchard Copeland Bloom, o primeiro filho do casal. Miranda Kerr e Orlando Bloom anunciaram o fim de seu casamento de três anos em outubro de 2013.[1]
Ela também apareceu em quatro episódios da comédia, Two and a Half Men, como a juíza divorciada Linda Harris, um dos interesses românticos de Charlie Harper. A atriz voltou à televisão em outubro de 2009, como a personagem Camile Wray emStargate Universe.
Entre os papeis notáveis no cinema podem ser creditados June Woo de Clube da boa sorte e da felicidade, Chun-li em Street Fighter[1]. Em 2012, Ming-Na foi uma das protagonistas do filme original Syfy Super Ciclone, uma péssimo filme de ficção científica que mostra uma tempestade se aproximando da costa oeste americana e ameaçando destruir tudo por sua volta.
Ming-Na nasceu na ilha de Coloane, Macau, território então Português (devolvido à China em 1999). O seu nome em chinês significa iluminação.
A sua mãe Lin Chan Wen se divorciou do seu pai quando Ming-Na era apenas um bebê. Ela tem um irmão mais velho chamado Jonathan. Após o divórcio, mudaram para Hong Kong, onde a sua mãe se tornou uma enfermeira. Então a sua mãe conheceu o futuro marido Soo Lim Yee, um empresário sino-americano. Eles logo se casaram e, quando Ming-Na tinha 4 anos de idade, se mudaram para o Queens, em Nova York. Cinco anos mais tarde, mudaram-se para Pittsburgh, cidade natal de Yee, onde a sua família dirige o restaurante Chinatown Inn. Jonathan e o seu meio-irmão, Leong, agora gerenciam este restaurante.
Lutando para se ajustar na escola secundária, Mt. Lebanon no subúrbio de Pittsburgh, ela mudou o seu nome para Maggie & Doris. Ela encontrou a paixão pela atuação ao aparecer em uma peça da terceira classe na Páscoa, onde ela interpretou o "coelho klutzy". A sua mãe não estava animada sobre o seu desejo de atuar, ela preferia que ela se graduasse em medicina. No entanto, Ming-Na formou-se na Carnegie Mellon University com uma licenciatura em teatro com o título de Bacharelada em Belas Artes em Drama, a mesma Universidade que o produtor de "ER", John Wells, frequentou.
Ela conseguiu o seu primeiro emprego atuando em 1988 na novela "As the World Turns" (1956). Ela se casou com o escritor de filme americano Kirk Aanes em 1990, mas eles se divorciaram em 1993.
A sua grande chance veio quando ela foi lançada em O Clube da Felicidade e da Sorte (1993). Quando ela precisou de um parceiro para a estreia do filme, o seu instrutor de atuação enviou um dos seus alunos, Eric Michael Zee. Os dois começaram a namorar em 1994, depois Ming-Na mudou-se definitivamente para Los Angeles, se casaram em 16 de junho de 1995 e tiveram dois filhos, Michaela e Cooper Dominic.
Ming-Na abandonou o seu sobrenome, Wen, na época. Ela diz que agora é como Ann-Margret.
Zee é um roteirista e, com Ming-Na, gerencia o At Last, uma banda de meninos da Ásia.
Desde 2007, ela e a sua família vivem na pequena cidade de Calabasas, que possui 35 km² e aproximadamente 23 mil habitantes, na Califórnia.
Carreira
O papel mais conhecido da Ming-Na é a da médica Dra.Jing-Mei "Deb" Chen em ER. Ela primeiro atuou como convidada na 1ª temporada. Cinco anos depois, ela foi convidada de novo, como personagem regular durante a 6ª temporada e continuou no seriado até a sua 11ª temporada.
Ming-Na estrelou a versão cinematográfica do romance de Amy Tan, The Joy Luck Club, e fez Chun-Li em Street Fighter.
No ano de 2004, ela participou do Hollywood Home Game on the World Poker Tour, e ganhou.
Em setembro de 2005, ela estrelou o seriado drama da NBCInconceivable como a personagem principal, Rachel Lu. Porém, a exibição do seriado foi cancelada (depois de 2 episódios, mesmo tendo a 1ª temporada 10 episódios já gravados) possivelmente por se tratar de assuntos delicados, como a reprodução assistida e das relações pessoais entre os médicos.
O próximo papel na TV foi de uma agente do FBI na FOX no seriado dramático Vanished, que estreou no outono de 2006 e foi cancelado 3 meses depois.
Ela também fez um pequeno papel como uma professora de universidade em George Lopez, seriado da TV.
Entre os dia 8 de outubro a 29 de outubro de 2007, Ming-Na (como "Ming Wen") apareceu em quatro episódios no seriado da CBS, Two and a Half Men, fazendo o interesse amoroso de Charlie Haper, uma juíza divorciada de 40 anos, Linda Harris, com a idade próxima a dele.
Nos dira 5 e 6 de dezembro de 2008, Ming-Na estrelou em uma produção beneficente do musical Grease com "Stuttering" John Melendez no Class Act Theatre.
Ming-Na foi escalada para a série Stargate Universe como a diplomata política Camille Wray.
Em 2013 Ming-Na está estrelando em Marvel Agents os S.H.I.E.L.D como a agente Melinda May, na série, May é perita em combate e espionagem, é piloto e especialista em artes marciais. A série é transmitida pelo canal Americano ABC todas as terça-feiras.
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