Vídeo de Leandro Ruschel
Fonte: https://youtube.com/shorts/FmsTOtTzJZw?si=IbcYYPos5TeUhz-g
GUERRAS
Por definição mais do que sabido, GUERRA, de forma geral, é um conflito -ARMADO OU NÃO- entre estados, governos, sociedades ou grupos paramilitares, como mercenários, insurgentes e milícias, resultante, basicamente, de disputas SOCIOCULTURAIS E/OU ECONÔMICAS. Como tal produzem SOFRIMENTOS E BAIXAS EM MASSA, tanto de combatentes como de civis e outros -não combatentes-.
GUERRAS COMERCIAIS
Pois, dentro desta clara linha de pensamento, as GUERRAS COMERCIAIS se caracterizam por CONFLITOS ECONÔMICOS ENTRE PAÍSES cujo grande PROPÓSITO é a obtenção -país a país- de VANTAGENS ECONÔMICAS SOBRE TAXAS e/ou IMPOSTOS DE IMPORTAÇÃO. Como tal, as BAIXAS E SOFRIMENTOS se dão, notadamente, através do FECHAMENTO DE EMPRESAS E PERDAS DE EMPREGOS.
SALVAR OS EUA
Ora, por mais que muita gente mundo afora esteja se manifestando triste e contrariada com as medidas que vem sendo tomadas pelo presidente dos EUA, há que admitir que Donald Trump teve a CORAGEM E A DISPOSIÇÃO DE DECLARAR UMA GUERRA - COMERCIAL- MUNDIAL com o claro propósito de tentar -SALVAR AS FINANÇAS PÚBLICAS DOS EUA-. Vejam que, em 2024, os Estados Unidos foram o MAIOR IMPORTADOR DO MUNDO, com um valor total de importação na ordem de US$ 2,49 TRILHÕES.
E AGORA, JOSÉ?
Pois, enquanto muita gente se dedica a analisar, comentar, repudiar e/ou aplaudir as corajosas medidas tomadas, no -LIBERATION DAY-, pelo presidente Donald Trump, o FATO é -gostem ou não- que o sentimento mundial soou de acordo com o seguinte poema de Carlos Drumond de Andrade - "E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? E agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? ...
O TESTE DE GALÍPOLO
O TESTE DE GALÍPOLO , por Malu Gaspar, de O Globo.
Quando Gabriel Galípolo assumiu a presidência do Banco Central, as dúvidas sobre ele tinham a ver com a capacidade de se equilibrar entre as expectativas do governo Lula e o manejo das taxas de juros e da inflação. Passados três meses de sua posse, os juros já subiram duas vezes, a inflação está acima do teto, e não há nenhum ruído. O grande teste para o novo chefe do BC, porém, é outro: a crise do Banco Master, que acaba de receber uma oferta de compra do BRB, do governo do Distrito Federal.
Nascido da aquisição de um banco quebrado, o Master teve nos últimos anos um crescimento vertiginoso, impulsionado pela venda de títulos de renda fixa que pagam muito mais do que a média do mercado — e rendem aos bancos e corretoras que os ofereciam aos clientes comissões também acima do comum.
Como argumento para tranquilizar os desconfiados com um negócio que parecia bom demais para ser verdade, esses vendedores diziam que não havia com que se preocupar, porque, “se quebrar, o FGC garante”. O FGC é o fundo garantidor de créditos, criado depois da crise bancária de 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, e sustentado pelos bancos privados. Ele garante as aplicações de até R$ 250 mil.
A quem perguntava como o Master pagaria aos investidores, os controladores mostravam o negócio de crédito consignado que começou com a exclusividade na folha dos servidores do governo da Bahia, na gestão de Rui Costa; uma gorda carteira de precatórios, créditos de recebimento incerto que dominavam mais de um terço do patrimônio; e um conjunto de empresas em dificuldades que, recuperadas, dariam um retorno espetacular.
Com dinheiro à disposição, os controladores do Master se esbaldaram em festas milionárias e viagens de jato pelo mundo. Contrataram figuras estreladas para compor conselhos e fazer consultorias — como Ricardo Lewandowski, que entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério da Justiça passou um ano no banco, e Guido Mantega, que levou o controlador do Master, Daniel Vorcaro, para dar um abraço no presidente Lula no Palácio do Planalto.
Ou ainda o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, que em abril de 2024 foi convidado de um evento jurídico promovido pelo Master em Londres.
Influência, portanto, nunca foi problema. Mesmo assim, em 2023, depois de muita pressão nos bastidores, o BC criou regras que diminuíram a proporção de precatórios e de CDBs que os bancos podiam acumular. Mas deu até 2025 para o pessoal se enquadrar, o que fez o Master procurar um novo nicho para seus títulos: fundos de pensão e bancos públicos.
Só o Rioprevidência, feudo do União Brasil, comprou R$ 700 milhões. A Cedae, estatal de saneamento fluminense, mais R$ 200 milhões. Na Caixa Econômica Federal, controlada pelo PP de Arthur Lira, uma oferta de R$ 500 milhões foi barrada por um grupo de técnicos que considerou o negócio “arriscado demais” e “atípico”, uma vez que o Master tinha “alto risco de solvência”.
Mais ou menos na mesma época, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) apresentou no Senado Federal um Projeto de Lei que aumentava de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a garantia do FGC por cliente — logo batizado de “emenda Master”. Não colou.
Hoje, o Master tem R$ 49 bilhões em CDBs na praça, dos quais R$ 16 bilhões para ser pagos até o fim do ano. Mas os ativos, calculados em R$ 30 bilhões, são ilíquidos, difíceis de vender rapidamente. A liquidez até o final do ano é de R$ 8 bilhões.
A conta não fecha, e nesse contexto surgiu a proposta do BRB. O banco controlado pelo governo de Ibaneis Rocha (MDB) diz que comprará uma parte do Master por R$ 2 bilhões, assumirá o pagamento de R$ 29 bilhões em CDBs e ainda deixará o controle com os atuais sócios. Para a agência Moody’s, um negócio com “alto risco de execução” — pode afundar também o BRB.
É esse o pacote que caiu no colo de Gabriel Galípolo. O BC vai precisar decidir se aprova a venda do Master para o BRB e ainda articular uma solução para os CDBs que sobram. A saída privada em discussão seria o BTG ficar com uma parte dos negócios do Master e deixar os CDBs para o FGC cobrir. Mas os bancões têm dito que, se é para pagar o prejuízo, não há por que jogar uma boia para os donos do Master.
A história dos escândalos financeiros está repleta de vendedores de vento que foram resgatados pela Viúva quando a situação apertou. No país do orçamento secreto, do Rei do Lixo, da anulação de condenações de réus confessos ou de processos por excesso de provas, isso pode até parecer aceitável. Mas não deixa de ser uma oportunidade para o novo presidente do BC mostrar se é de fato independente — e de quem.
Prime News
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Post de Plínio Pereira Carvalho
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Post de É Bom Ser Do Bem
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Post de É Bom Ser Do Bem
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