POR LAURO JARDIM

Dois dos quatro executivos da Vale que entraram com pedidos de habeas corpus preventivo no STJ anteontem já haviam apresentado requisições para serem ouvidos pelas autoridades que investigam a tragédia de Brumadinho, ou seja o MP de Minas Gerais, a Polícia Civil de Minas e a PF.
Silmar Silva, diretor de operações do corredor Sudeste, e Lucio Cavalli, diretor de operações, fizeram o pedido duas vezes cada um aos três órgãos, mas não foram convocados até agora.
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