Usina do Gasômetro - Até relógio quebrado acerta duas vezespor dia!

 


Até relógio quebrado acerta duas vezespor dia!
O Governo Lula deu o braço a torcer e cedeu a Usina do Gasômetro para a prefeitura, permitindo a parceria com a iniciativa privada. Enquanto a esquerda local celebrou a suspensão da concessão no passado, o próprio Lula autorizou o modelo: 20 anos de gestão privada com acesso gratuito e foco cultural. É o fim do “chilique ideológico” contra o avanço da cidade.
Se a turma do contra não gostou, reclamem com o Lula! Porto Alegre quer olhar para frente.
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Vídeo de Felipe Camozzato

Globo garante exclusividade da World Legends Cup no Brasil

 


Em uma movimentação estratégica no cenário esportivo, a Globo assegurou os direitos exclusivos de transmissão da World Legends Cup, torneio inédito de futebol que será realizado no Rio de Janeiro em 2026.

O campeonato reunirá grandes nomes do futebol mundial em uma competição que promete atrair atenção global e marcar presença no calendário esportivo do país. A exclusividade da Globo reforça sua posição como principal emissora de eventos esportivos no Brasil, garantindo ampla cobertura e visibilidade ao torneio.

📌 Resumo: A Globo será responsável pela transmissão exclusiva da primeira edição da World Legends Cup, competição inédita que acontecerá no Rio de Janeiro em 2026, consolidando sua liderança no mercado esportivo nacional.

Vídeo - Notebook HP 256R G9: desempenho confiável com Intel Core i3 e Microsoft 365 incluso

 


O Notebook HP 256R G9 é uma opção moderna e eficiente para quem busca desempenho no dia a dia, trazendo processador Intel Core i3 de 13ª geração, 8GB de memória RAM e SSD de 256GB, além de incluir o pacote Microsoft 365 Personal com 1TB de armazenamento em nuvem.

Principais Características

  • Modelo: HP 256R G9

  • Processador: Intel Core i3-1315U (13ª geração)

  • Memória RAM: 8GB

  • Armazenamento: SSD de 256GB

  • Tela: 15,6” com resolução Full HD

  • Sistema Operacional: Windows 11

  • Pacote incluso: Microsoft 365 Personal (Office 365) com 1TB de OneDrive

Benefícios

  • Desempenho confiável: O processador Intel Core i3 de última geração garante velocidade e eficiência para tarefas cotidianas como navegação, estudos, trabalho remoto e uso de aplicativos de escritório.

  • Armazenamento rápido: O SSD de 256GB proporciona inicialização ágil do sistema e abertura rápida de programas.

  • Produtividade garantida: A inclusão do Microsoft 365 Personal oferece acesso às ferramentas do Office (Word, Excel, PowerPoint, Outlook) e 1TB de armazenamento em nuvem no OneDrive.

  • Design moderno: Compacto e leve, ideal para quem precisa de mobilidade sem abrir mão de desempenho.

Comparativo Rápido

EspecificaçãoHP 256R G9Concorrentes da mesma faixa
ProcessadorIntel Core i3-1315UAMD Ryzen 3 / Intel i3 11ª geração
Memória RAM8GB4GB a 8GB
ArmazenamentoSSD 256GBSSD 128GB a 256GB
Tela15,6” Full HD14” ou 15,6” HD/Full HD
Pacote Office inclusoSim (Microsoft 365 + 1TB)Geralmente não incluso

Indicado para

  • Estudantes que precisam de desempenho para trabalhos acadêmicos e aulas online.

  • Profissionais que utilizam ferramentas de escritório e necessitam de armazenamento seguro em nuvem.

  • Usuários domésticos que buscam um notebook confiável para navegação, streaming e tarefas cotidianas.

📌 Resumo Final: O HP 256R G9 é um notebook equilibrado, com bom desempenho para tarefas diárias, armazenamento rápido e o diferencial de incluir o Microsoft 365 Personal com 1TB de nuvem. É uma escolha sólida para quem busca produtividade e praticidade em um único pacote.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/notebook-hp-256r-g9-intel-core-i3-1315u-8gb-256gb-microsoft-365-personal-office-365-1tb/p/239140200/in/note/?seller_id=magazineluiza

Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/02/notebook-hp-256r-g9-desempenho.html

STF julgará em 25 de fevereiro decisão que suspendeu penduricalhos no serviço público

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o dia 25 de fevereiro o julgamento definitivo da decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu o pagamento dos chamados penduricalhos em todos os Três Poderes.

Liminar de Dino

Mais cedo, Dino havia concedido liminar determinando que verbas indenizatórias sem base legal fossem suspensas em até 60 dias. A análise final será feita em sessão presencial com a participação dos demais ministros da Corte.

O que são penduricalhos

Os penduricalhos são benefícios extras concedidos a servidores públicos e que permitem remunerações acima do teto constitucional de R$ 46,3 mil, equivalente ao salário dos ministros do STF. Entre os exemplos citados por Dino estão o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone”, pagos como gratificações de fim de ano.

Alcance da decisão

A suspensão deverá ser cumprida em todo o país, abrangendo os poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, nas esferas federal, estadual e municipal.

📌 Resumo: O STF vai decidir no dia 25 de fevereiro se mantém a liminar de Flávio Dino que suspendeu penduricalhos ilegais no serviço público. A medida, válida para todos os poderes e níveis da administração, busca impedir supersalários acima do teto constitucional.

Decisão de Flávio Dino sobre penduricalhos pode destravar reforma administrativa na Câmara

 


O deputado federal Pedro Paulo (PSD-RJ), relator da reforma administrativa, afirmou que a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender o pagamento dos chamados penduricalhos nos Três Poderes, pode acelerar a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados.

Mudança de cenário

Pedro Paulo, que antes não acreditava que o tema entraria em pauta em ano eleitoral, agora vê razões para que o Parlamento avance na votação:

“O ambiente que você tinha ontem, de empurrar para depois da eleição, pode mudar. A decisão do ministro Dino pode acelerar essa discussão.”

A proposta de reforma prevê o fim dos penduricalhos e estabelece um limite salarial para servidores públicos, com benefícios fora do teto apenas em situações excepcionais e aprovados por lei.

O impacto da decisão

A determinação de Dino suspende, em até 60 dias, pagamentos de adicionais não previstos em lei, obrigando os Três Poderes a revisar suas folhas de pagamento. O teto constitucional é de R$ 46,3 mil, equivalente ao subsídio de um ministro do STF.

O ministro também intimou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a tomarem medidas políticas para suprir a omissão legislativa.

Repercussão política

  • Pedro Paulo classificou a decisão como “excepcional, moralizadora e corajosa”, afirmando que reflete a indignação da sociedade.

  • Lindbergh Farias (PT-RJ) celebrou a medida, dizendo que ela antecipa decisão já planejada pelo presidente Lula de vetar aumentos acima do teto.

  • Mário Heringer (PDT-MG) avaliou que a decisão pode impulsionar a reforma administrativa, apesar das dificuldades de conciliar interesses.

  • Mendonça Filho (União-PE), da oposição, considerou a medida correta e alinhada à Constituição, criticando governos anteriores por não enfrentarem o tema.

  • Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL no Senado, elogiou a decisão e lembrou que projeto semelhante já foi aprovado na Câmara em 2021, mas segue travado na CCJ do Senado.

Resistência e desafios

Pedro Paulo alertou que haverá reação da elite do funcionalismo público, que hoje recebe esses adicionais. Para ele, a decisão é mais radical que o texto da reforma, mas necessária diante da falta de diálogo com o Congresso.

Apesar da medida, projetos recentes na Câmara e no Senado ainda preveem reajustes que podem ultrapassar o teto, com salários chegando a R$ 77 mil em alguns casos.

📌 Resumo: A decisão do ministro Flávio Dino de suspender penduricalhos pode acelerar a reforma administrativa na Câmara. O tema, antes considerado difícil de avançar em ano eleitoral, ganhou força com apoio de governistas, oposição e até do Senado, embora haja resistência de setores do funcionalismo público.

Senador Wellington Fagundes busca PGR para discutir prisão domiciliar de Bolsonaro e contato com Valdemar Costa Neto

 


O senador Wellington Fagundes (PL-MT) deve se reunir nesta quinta-feira (5) com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para tratar do pedido de transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar e da revogação da proibição de contato com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Reuniões e declarações

Fagundes também tem visita marcada a Bolsonaro no próximo sábado (7), no local onde o ex-presidente cumpre pena. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador afirmou que o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, teria indicado que a prisão de Bolsonaro deve evoluir para o regime domiciliar. A declaração, no entanto, não foi acompanhada de detalhes ou manifestação formal do ministro.

Segundo o parlamentar, não há justificativa para manter Bolsonaro e Valdemar impedidos de se comunicar. Contudo, na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes destacou que autorizar contato entre investigados e condenados em processos relacionados representa “risco manifesto à investigação”.

Contexto judicial

Em outubro de 2025, a Primeira Turma do STF decidiu pela reabertura da investigação sobre a participação de Valdemar Costa Neto na trama golpista. O relator Alexandre de Moraes foi acompanhado por Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino; apenas Luiz Fux divergiu.

Condenado a mais de 27 anos de prisão por liderar a tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, conhecido como Papudinha, para onde foi transferido em janeiro.

📌 Resumo: O senador Wellington Fagundes articula junto ao PGR a possibilidade de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro e a liberação de contato com Valdemar Costa Neto. O tema gera divergências no STF, em meio à reabertura de investigações sobre a trama golpista e às restrições impostas por Alexandre de Moraes.

Vídeo - Podridão normal

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/02/podridao-normal.html

STF suspende pagamento de “penduricalhos” no serviço público em todo o país

 


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão imediata do pagamento dos chamados “penduricalhos” em todos os Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — nas esferas federal e estadual.

O que são os penduricalhos

Na administração pública, o termo se refere a verbas indenizatórias, gratificações e auxílios que se somam ao salário base de servidores e magistrados. Por serem classificadas como indenizações, essas quantias não entram no cálculo do teto constitucional, hoje fixado em R$ 46,3 mil (equivalente ao subsídio dos ministros do STF), permitindo a criação dos chamados “supersalários”.

Em sua decisão, Dino criticou o “fenômeno da multiplicação anômala” dessas verbas e citou exemplos controversos de benefícios extras, como o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone”.

Impactos da medida

O ministro destacou três pilares da decisão:

  • Ajuste fiscal e eficiência: suspensão de pagamentos sem base legal, evitando a drenagem de recursos bilionários e obrigando órgãos públicos a revisar suas folhas em até 60 dias.

  • Justiça remuneratória: fim dos privilégios que distorcem a valorização dos servidores e comprometem a equidade.

  • Segurança jurídica: determinação para que o Congresso Nacional aprove uma lei definindo claramente quais verbas podem ser exceções ao teto, evitando novas distorções.

Origem do processo

A decisão teve início em um caso que analisava o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais, mas sua abrangência foi ampliada para todo o país.

Próximos passos

Governos e tribunais deverão realizar um pente-fino nas folhas de pagamento em até dois meses para se adequar à nova realidade constitucional.

📌 Resumo: O STF suspendeu o pagamento de penduricalhos em todo o serviço público, medida que busca conter supersalários, garantir justiça remuneratória e reforçar a segurança jurídica. A decisão tem alcance nacional e exige revisão das folhas de pagamento em 60 dias.

Ministro Marco Buzzi, do STJ, entra em licença médica após abertura de sindicância por acusação de assédio

 


O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, apresentou nesta quinta-feira (5) um atestado médico ao presidente da Corte, Herman Benjamin, solicitando afastamento das atividades. A pedido da família, o tribunal não divulgou o diagnóstico nem o período da licença.

Contexto da licença

O pedido ocorre um dia após o STJ decidir abrir uma sindicância para apurar denúncia de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos, supostamente ocorrido na casa de praia do ministro em Balneário Camboriú (SC).

Na sessão de quarta-feira (4), Buzzi compareceu para dar sua versão, afirmando ter sido surpreendido pela acusação e negando o episódio. Após sua saída, os ministros decidiram instaurar o processo administrativo, conduzido por uma comissão formada por Isabel Gallotti, Antônio Carlos Ferreira e Raul Araújo.

Possíveis consequências

Segundo colegas, Buzzi já havia sinalizado que pediria licença médica. Caso a acusação seja comprovada, ele poderá ser aposentado compulsoriamente. O ministro também responde a um processo administrativo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Investigações em andamento

O caso começou a ser instruído com depoimentos de familiares da vítima. Paralelamente, uma investigação criminal foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro competente para processar ministros de cortes superiores. A ocorrência foi registrada pela família da jovem na Polícia Civil de São Paulo.

De acordo com relatos, a vítima chamava o ministro de “tio”, já que seus pais são amigos de Buzzi e estavam hospedados no imóvel durante o recesso do Judiciário. A família afirma que o ministro teria tentado agarrar a jovem à força.

📌 Resumo: O ministro Marco Buzzi entrou em licença médica após o STJ abrir sindicância para apurar acusação de assédio sexual. O caso também é investigado pelo STF e pode levar à aposentadoria compulsória do magistrado, caso seja comprovado.

STF valida aumento de pena para crimes contra a honra contra autoridades

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (5) para declarar constitucional o dispositivo do Código Penal que prevê aumento de pena em casos de injúria, calúnia e difamação praticados contra agentes públicos no exercício do cargo ou contra os presidentes do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do próprio STF.

O julgamento

A análise começou em maio de 2025, sob relatoria do então ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou em outubro do mesmo ano. Barroso havia votado pela inconstitucionalidade do dispositivo, exceto nos casos de calúnia, sendo acompanhado por André Mendonça, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

A divergência foi aberta pelo ministro Flávio Dino, que defendeu a validade do agravamento da pena. Sua posição acabou prevalecendo, com votos de Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Nunes Marques e Dias Toffoli, formando a maioria.

Argumentos dos ministros

O decano Gilmar Mendes destacou que não se trata de restringir críticas legítimas, mas de combater ataques às instituições:

“O direito à livre expressão não pode abrigar manifestações de conteúdo imoral que implicam ilicitude penal.”

Nunes Marques ressaltou que o sistema penal possui salvaguardas, como a exigência de dolo específico e a possibilidade da exceção da verdade, garantindo que críticas duras a autoridades não sejam criminalizadas:

“Não há crime contra a honra na hipótese do exercício de crítica dirigida contra o servidor, ainda que de forma ácida, rude ou grosseira.”

Contexto e ação

A ação foi proposta pelo Partido Progressista, que questionava o inciso II do artigo 141 do Código Penal, alegando que a norma conferia proteção excessiva a agentes públicos em detrimento dos demais cidadãos.

O julgamento ocorre em meio a um cenário de crescentes ataques e hostilidades contra o STF, especialmente nas redes sociais. Em 2025, diante de riscos à integridade física dos ministros, o então presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, autorizou a ampliação permanente da segurança pessoal de todos os integrantes, incluindo aposentados.

📌 Resumo: O STF decidiu que é constitucional o aumento de pena para crimes contra a honra cometidos contra autoridades públicas e dirigentes dos poderes. A medida foi defendida como necessária para proteger instituições democráticas, sem impedir críticas legítimas.